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beijos
O nosso mundo
sábado, 2 de junho de 2012
sábado, 26 de maio de 2012
Angola
Com uma grande riqueza no que diz respeito a paisagens naturais, fauna e
flora, a Angola proporciona aos visitantes
paisagens espectaculares, desde altas quedas de Água, vastas praias e densas florestas...
A localização geográfica e as condições climáticas, originaram uma vasta diversidade de cobertura vegetal da região. Ideal para que fossem aparecendo habitats próprios que actualmente albergam uma grande variedade de espécies animais, de grande ou de pequeno porte.
Na zona de Cabinda, a floresta húmida e densa é predominante, sendo assim rica em madeira exóticas, que ainda dão abrigo aos gorilas existentes na região.
Nas bacias de Kuito predomina a floresta/ Savana. Mais para sul encontra-se a zona desértica de Namibe onde se encontram algumas espécies vegetais únicas no mundo de onde se pode destacar a Welwitshia Mirabilis.
O abate de árvores sem qualquer tipo de controlo e a caça de animais foram alguns dos motivos principais para que o governo começasse a tomar algumas iniciativas para preservar espécies animais e vegetais, algumas delas fortemente ameaçadas de extinção. Desta forma, algumas das medidas tomadas foram a criaç4ao de parques e reservas naturais em inúmeras zonas do território Angolano. Neste momento, a caça encontra-se proibida existem reservas especiais para a protecção e o controlo da fauna selvagem em todo o território.
As espécies animais também foram beneficiadas com a criação dessas reservas selvagens, algumas das quais apenas existem na região, é o caso da Palanca Negra.
Os elefantes, A pacaça, o leão, leopardo, Gnu, zebras e chacais, são algumas das espécies mais importantes da região.
A região do litoral também foi alvo de algumas medidas de protecção, sendo que uma das que mais se destava, foi a criação de parques no litoral para a desova da tartaruga marítima.
Toda esta riqueza natural em Angola, proporciona aos visitantes, algumas das paisagens mais maravilhosas que se podem encontrar, desde as formações rochosas de várias formas e tamanhos, quedas de água maravilhosas, praias imensas de perder de vista e lagoas de água cristalina
A localização geográfica e as condições climáticas, originaram uma vasta diversidade de cobertura vegetal da região. Ideal para que fossem aparecendo habitats próprios que actualmente albergam uma grande variedade de espécies animais, de grande ou de pequeno porte.
Na zona de Cabinda, a floresta húmida e densa é predominante, sendo assim rica em madeira exóticas, que ainda dão abrigo aos gorilas existentes na região.
Nas bacias de Kuito predomina a floresta/ Savana. Mais para sul encontra-se a zona desértica de Namibe onde se encontram algumas espécies vegetais únicas no mundo de onde se pode destacar a Welwitshia Mirabilis.
O abate de árvores sem qualquer tipo de controlo e a caça de animais foram alguns dos motivos principais para que o governo começasse a tomar algumas iniciativas para preservar espécies animais e vegetais, algumas delas fortemente ameaçadas de extinção. Desta forma, algumas das medidas tomadas foram a criaç4ao de parques e reservas naturais em inúmeras zonas do território Angolano. Neste momento, a caça encontra-se proibida existem reservas especiais para a protecção e o controlo da fauna selvagem em todo o território.
As espécies animais também foram beneficiadas com a criação dessas reservas selvagens, algumas das quais apenas existem na região, é o caso da Palanca Negra.
Os elefantes, A pacaça, o leão, leopardo, Gnu, zebras e chacais, são algumas das espécies mais importantes da região.
A região do litoral também foi alvo de algumas medidas de protecção, sendo que uma das que mais se destava, foi a criação de parques no litoral para a desova da tartaruga marítima.
Toda esta riqueza natural em Angola, proporciona aos visitantes, algumas das paisagens mais maravilhosas que se podem encontrar, desde as formações rochosas de várias formas e tamanhos, quedas de água maravilhosas, praias imensas de perder de vista e lagoas de água cristalina
Guine bissau
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Existem no território guineense quatro regiões com assinalável
interesse para o ecoturismo ou turismo de Natureza. Uma delas, no
sul, está já integrada num parque nacional. E as autoridades do país sonham com
a classificação do arquipélago dos Bijagós como Património Mundial.
Viagem ao encontro das belezas naturais da
Guiné-Bissau.
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Por Humberto Lopes |
20.Mar.2009
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GUINÉ-BISSAU - TANTOS RIOS, TANTAS ILHAS
Uma breve observação do mapa dá conta da singularidade do território da Guiné-Bissau na costa ocidental africana. Os países situados imediatamente a norte e a sul, Senegal, Gâmbia, Guiné-Conacri e Serra Leoa, têm um litoral relativamente pouco recortado, comparado com a costa guineense. Para além do extenso de número de ilhas que formam o arquipélago dos Bijagós, rios de significativos caudais desaguam no Atlântico ao longo do litoral do país de Amílcar Cabral. Depois das naus lusitanas ali ancorarem, em meados do século XV, o território começou a ser justamente referenciado como os «Rios da Guiné» na setecentista geografia lusitana.
| Parque Nacional Cantanhez, Guiné-Bissau |
Apesar da modesta dimensão do país, cerca de um terço de Portugal, a Guiné-Bissau é caracterizada por razoável diversidade paisagística e reúne vários ecossistemas. Ao longo de quase todo o litoral e no arquipélago dos Bijagós predomina a floresta de mangue, com extensões importantes no contexto da África Ocidental. Em certas regiões do interior leste o cenário lembra a proximidade do Sahel. No sul, perto da fronteira com a Guiné-Conacri, há importantes manchas de floresta tropical. A necessidade de assegurar a gestão desses espaços e de planear novas reservas naturais levou à criação, em Dezembro de 2004, do Instituto da Biodiversidade e das Áreas Protegidas (IBAP).
Em quase todas essas áreas, e com o envolvimento das comunidades locais, estão em curso projectos de desenvolvimento de infra-estruturas e de actividades geradoras de rendimento para as populações, como a apicultura, a pesca ou a transformação do pescado. Um financiamento de onze milhões de dólares assegurados pelo Banco Mundial, através do Fundo Mundial para o Ambiente, apoia programas desenvolvidos em parcerias que associam o IBAP a várias entidades, como ONG's locais e internacionais e, ainda, a World Conservation Union.
TURISMO DE NATUREZA E O ARQUIPÉLAGO DOS BIJAGÓS
A Reserva Natural dos Tarrafes do Rio Cacheu é a área protegida mais próxima da capital e a de mais fácil acesso. Dos oitenta mil hectares que constituem a área do parque, localizado junto à fronteira com a província senegalesa de Casamansa, quase 70 por cento estão cobertos de floresta de mangue. É o maior bloco contínuo de mangal (que em crioulo se designa por tarrafe) de toda a África Ocidental.
| Parque Nacional Cantanhez, Guiné-Bissau |
No centro do país, muito próximo da cidade de Buba, está o Parque Natural das Lagoas da Cufada, a maior lagoa de água doce do país, que se estende por quase noventa mil hectares. Para além da fauna autóctone, é um importante ponto de acolhimento de aves europeias que ali vão passar o Inverno.
O Parque Nacional das Florestas de Cantanhez, no sul, é a mais recente área natural da Guiné a ser objecto de protecção legal. A reserva foi criada por decisão governamental em Março de 2007. As matas de Cantanhez, situadas ao longo da fronteira com a Guiné-Conacri, constituem a última mancha de floresta primária da Guiné-Bissau e são habitat de várias espécies. A zona acolhe, nomeadamente, populações de chimpanzés que estão a ser objecto de estudo.
O arquipélago dos Bijagós, com cerca de 80 ilhas, é o espaço natural guineense mais conhecido além-fronteiras e o que beneficia há mais tempo de um regime de protecção - desde 1996 que integra a Reserva da Biosfera. As zonas mais antigas abrangidas por protecção oficial (desde Agosto de 2000) são o Parque Nacional de Orango e o Parque Nacional Marinho de João Vieira e Poilão, que se situam no sul e sudeste do arquipélago. O primeiro ocupa uma área de quase 160 mil hectares e compreende cinco ilhas - Orango, Orangozinho, Meneque, Canogo e Imbone - e, ainda, um punhado de ilhéus. Na zona norte do arquipélago há ainda uma outra reserva, a Área Marinha Protegida Comunitária das ilhas Formosa, Nago e Cheidã.
O turismo de natureza tem ainda pouca expressão no país, embora a valorização dos recursos naturais passe também, a nível oficial, pelo desenvolvimento de actividades desse tipo. Estão previstas acções concertadas entre o IBAP e as autoridades guineenses que tutelam o turismo, designadamente a elaboração de um plano director para o desenvolvimento turístico nas ilhas e noutras áreas protegidas. Mas a decisão recente mais relevante do IBAP e do governo guineense foi a apresentação de uma candidatura das áreas protegidas do arquipélago dos Bijagós a Património Mundial, aguardando-se agora a decisão da UNESCO.
HIPOPÓTAMOS, CROCODILOS, TARTARUGAS
| Ilha de João Vieira, no arquipélago dos Bijagós |
Nenhuma surpresa: Bolama, a primeira capital da Guiné, é um cenário com marcas do tempo. Há casario colonial em ruína, outro retoma fôlego, quiçá por mais algumas décadas, até à eventual retoma do ciclo de decadência. Contudo, como acontece com outras dos Bijagós, a ilha tem um potencial peculiar para reviver a experiência de Lázaro. Mas seria preciso, naturalmente, que o país, ou a política da capital, levasse outro rumo. Ainda assim, vale a pena a navegação de três horas de Bissau a Bolama em canoa pública sobrelotada, a baloiçar no fio da navalha. A gasolina chega?, não chega?, perder-se-á a barca Air Afrique à deriva, como acontece por vezes como outras naves? Para já, o Biricumba, mais leve, mais rápido, quase vazio!, deixa-nos para trás... e longe da vista está, ainda, a floresta densa que habita a mais próxima ínsula do arquipélago.
Os outros Bijagós são superlativos santuários de natureza. Bubaque é um bom ponto de partida para a exploração das ilhas, a não ser que se contrate previamente, a partir de Bissau, incursões a Orango e a João Vieira, por exemplo. No Parque Nacional de Orango, para além das aves migradoras e locais que nidificam nas ilhas, há várias espécies de mamíferos aquáticos: hipopótamos, crocodilos, lontras, tartarugas e golfinhos. Em terra, as florestas são morada de macacos e gazelas. O Parque Nacional Marinho de João Vieira e Poilão abrange quatro ilhas que não são habitadas permanentemente e que apenas são utilizadas pelas populações das tabancas de Canhambaque para fins cerimoniais e agrícolas. A ilha é o local mais importante de todo o Atlântico Oriental para a desova da tartaruga verde.
ÁGUAS MIL
| Embarcação no rio Cacheu |
Uma rua, apenas uma rua, que depois se transforma na estrada para Canchungo, e uma praça de tonalidade vagamente colonial. Aquela que foi a primeira cidade fundada pelos portugueses na região conserva ainda um pequeno forte, assaz modesto como testemunho simbólico. Ribeirinha, a praça tem no centro uma laje ostensiva (a evocar uma vela ou uma proa?), de onde foram raspados os símbolos do ex-ocupante. E, aos pés, o rio, o grande rio Cacheu, cujas águas mil mal deixam ver na outra margem a imensa mancha de floresta de mangue que se estende até à fronteira com o Senegal. A canoa pública, uma barcaça de madeira com capacidade para meia centena de passageiros, há-de sair quando a maré estiver de feição, requisito imprescindível para se navegar nos copiosos rios da Guiné. São duas, três horas, até São Domingos, povoado fronteiriço. Pelo caminho, com sorte, entre os belos meandros com que o rio abraça os mangais, avistar-se-á alguma da fauna local. E com toda a certeza navegaremos por momentos a par das minúsculas canoas com que os pescadores das tabancas da zona andam diariamente à pesca e na faina da recolha de ostras.
A Reserva Natural dos Tarrafes do Rio Cacheu, que faz justiça à aura de paraíso de mangais, abriga nos seus 80 mil hectares duas centenas de espécies de aves, incluindo flamingos e papagaios. Mas existem, também, embora nem sempre ao alcance do olhar do viajante, crocodilos, hipopótamos, gazelas, hienas e macacos.
AVES DE PASSAGEM
À primeira vista, é o que a nossa ria de Aveiro poderia ser, não fosse o betão a ferir, por cá, a paisagem em todos os quadrantes. A Lagoa da Cufada é uma rede de espelhos de água e planuras verdes rodeada por floresta que resiste bem ao estio africano. A época das chuvas na Guiné começa em Maio, mas mesmo com escassas águas, não falta viço à paisagem.
| Parque Natural das Lagoas da Cufada |
As Lagoas da Cufada estão classificadas como “zona húmida de importância internacional”, tendo a Guiné-Bissau aderido à Convenção de Ramsar e, em sequência, criado um regime legal de protecção dos ecossistemas locais. O Instituto de Conservação da Natureza, juntamente com outras entidades portuguesas, participou na preparação e realização do projecto do parque.
O Parque Natural das Lagoas da Cufada abrange uma área de noventa mil hectares, na qual está inserida uma comunidade de cerca de três mil pessoas distribuídas por trinta e três tabancas. Os passeios pelas lagoas permitem a observação de várias espécies de aves, residentes ou migradoras, como flamingos, pelicanos e tucanos. Entre a fauna aquática abundam mamíferos como hipopótamos, manatins e crocodilos. Em terra, com sorte, o olhar do visitante pode tropeçar ocasionalmente com gazelas, porcos do mato e antílopes.
REINO DE CHIMPANZÉS
A partir do cruzamento de Mampatá, a estrada ruma em direcção a sul e segue depois paralela à fronteira com a Guiné-Conacri. É uma picada longa e estreita, de terra vermelha, entre palmares e floresta seca, e solitários embondeiros, que atravessa uma região que nos tempos coloniais estava sob firme controlo do PAIGC e onde se travaram algumas das mais duras batalhas da guerra de libertação. Em Guileje contornamos a rede de afluentes do Rio Cacine e ao fim de mais duas horas de solavancos chegamos a Jemberem, no cerne das florestas sagradas do sul. No dia seguinte, de madrugada, partimos a pé para o Mato de Cambeque, tentando um encontro com um dos vários grupos de chimpanzés que habitam as florestas tropicais guineenses.
| Bolama, arquipélago dos Bijagós |
A floresta húmida que caracteriza as catorze matas que constituem o Parque Nacional de Cantanhez cobre uma área superior a 100 mil hectares e conserva flora rara. Entre a fauna, para além de chimpanzés, há várias espécies de macacos, como o macaco fidalgo, e, ainda, antílopes, gazelas, pavões e várias espécies de tucanos. O WWF classifica as matas de Cantanhez como uma das duzentas eco-regiões mais importantes do mundo.
Mesmo antes da criação oficial do parque já havia restrições a algumas actividades como a caça e o desmatamento para cultivo de arroz. Tendo em vista o perspectivado desenvolvimento do turismo de natureza, a direcção do parque, com a cooperação da AD (Acção para o Desenvolvimento), uma ONG, formou dezena e meia de guias. Com os novos bungalows praticamente concluídos, a reserva está pronta para receber visitantes.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Natureza intacta, dote da Europa Oriental
Se a Europa Ocidental dilapidou muitos de seus tesouros naturais com a industrialização, a ampliação da União Européia poderá representar uma segunda chance para a natureza. Os novos membros possuem paisagens únicas, bosques nativos e inúmeras reservas naturais, o habitat de várias espécies de flora e fauna em extinção.
Os oito países do Leste Europeu não ingressam de mãos vazias na União Européia, em 1º de maio. Seu "dote" nessa união será uma natureza em grande parte intacta, que décadas de economia planificada e negligência com o meio ambiente – felizmente – não conseguiram danificar.
Natureza pura - o grande tesouro
Suíça letã é como os habitantes da Letônia chamam esta bela região de lagos, rios e bosques
Bosques nativos como o de Bialowieza, no leste da Polônia, eram comuns nas planícies de toda a Europa Ocidental, antes de sua exploração pelo homem. Com enorme variedade de árvores, muitas delas centenárias, ali vivem 12 mil espécies animais, entre eles o bisonte, praticamente extinto na parte ocidental do velho continente.
Na Hungria, Eslováquia, Estônia e nos outros novos membros da UE também há tesouros de dar inveja aos europeus ocidentais: vastos bosques, montanhas intactas, pântanos inacessíveis, florestas primitivas, paisagens sem habitantes e que nunca foram cortadas por estradas, praias sem construções, planíceis e prados repletos de cegonhas e pássaros de todos os tipos. Muitas espécies extintas no resto do continente ali foram preservadas: lobos, alces, linces, bisontes. No Leste Europeu encontra-se também a maioria dos 50 mil ursos marrons ainda existentes na Europa.
Chances e riscos para o meio ambiente"O ingresso representa uma segunda chance para a natureza da Europa, e trata-se de aproveitá-la", segundo Claude Martin, diretor-geral do Fundo Mundial para a Natureza (WWF), citado pelo jornal Stadt-Anzeiger, de Colônia. Para o vice-presidente da ONG alemã de proteção à natureza NABU, Thomas Tennhardt, um dos grandes desafios da ampliação é justamente não dissipar essas riquezas: conservá-las, através de um aproveitamento não-predatório.
Porém, é grande o risco de que, em vez de um desenvolvimento sustentado, o processo de recuperação econômica venha a sobrecarregar o meio ambiente. Em outras palavras, o "progresso" poderá acabar com o idílio. "Se a UE apostar na agricultura de cultivo intenso, fomentar a construção de estradas e a ocupação desordenada de áreas hoje desertas, isso poderá significar o fim das riquezas naturais do Leste Europeu", adverte Thomas Tennhardt.
Os dois lados da medalha comunista
Pequenos agricultores preservaram a natureza na Polônia
Os antigos regimes comunistas de economia planificada nunca deram muita importância à proteção ambiental. No entanto, indiretamente fizeram algo muito bom, ao praticar o cultivo extensivo, bem menos predatório. Nos oito países foram demarcados parques e reservas nacionais, a fim de proteger certos tipos de plantas e paisagens. Também contribuíram para a preservação ambiental o pequeno uso de pesticidas nas lavouras – porque não havia dinheiro para isso –, a baixa densidade populacional, o pequeno número de veículos e um turismo insignificante como fator econômico.
As grandes empresas agrícolas estatais, pelo contrário, usaram e abusaram de agrotóxicos e adubos, enquanto as indústrias poluíram em grande escala a atmosfera e as águas. Esses efeitos, contudo, diminuíram após 1990, com o colapso do sistema comunista. Muitas empresas reduziram drasticamente a produção, poluíram menos e passaram a usar as matérias-primas de forma mais eficiente.
Infra-estrutura e transportes: progresso ou preservaçãoNa República Tcheca, por exemplo, as emissões de anidrido sulforoso diminuíram 68% até 1997, segundo a OCDE (Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico). No entanto, o quadro positivo pode se reverter rapidamente se "imperar o ditame do desenvolvimento econômico", diz Claus Mayr, da NABU. É certo que, no Leste Europeu, as emissões são bem inferiores às dos 15 velhos membros da União Européia. Com a diminuição dos transportes ferroviários, contudo, um aumento de 62% da malha rodoviária e de 73% do número de veículos, a tendência não é favorável – observa o último relatório ambiental da UE (2003).
Será este o futuro do Leste Europeu?
Grandes projetos de ampliação da infra-estrutura constituem uma das maiores ameaças para a diversidade das espécies na Europa Oriental e todas as paisagens nativas. O pior, segundo a NABU, são as chamadas redes transeuropéias (TEN). Elas englobam 29 grandes projetos nos novos membros do Leste Europeu, com a meta de ampliar 75 mil quilômetros da malha rodoviária, 12 mil quilômetros em hidrovias, 78 mil quilômetros das ferrovias, ligando 330 aeroportos e cerca de 500 lagos e portos fluviais.
Legislação e produção de orgânicosSomente a ampliação do Danúbio afetaria 85 áreas de proteção ambiental para pássaros. Por isso, a ONG exige a suspensão de todos os projetos TEN que violem determinações de proteção ambiental. Positivo, segundo a NABU, é o fato de que os oito novos membros terão que implementar várias regras ambientais, quando antes não dispunham de legislação ambiental.
Os ingressantes se comprometeram a adaptar o direito nacional às diretrizes da União Européia até 1º de maio. Em sua última avaliação, a Comissão Européia constatou que havia um grande atraso nesse aspecto, exigindo mais urgência. Também pudera: o direito comunitário soma 80 mil páginas! Somente a parte referente à proteção ambiental abrange 100 diretrizes e regulamentos.
Decisivo também será se os pequenos agricultores saberão aproveitar seus nichos de mercado. Na Hungria, por exemplo, regiões como a Puszta, com suas lavouras e pastagens extensivas, são ideais para a produção de orgânicos. Outro grande potencial é o do turismo ecológico, que encontra um número cada vez maior de adeptos.
Natureza pura - o grande tesouro
Na Hungria, Eslováquia, Estônia e nos outros novos membros da UE também há tesouros de dar inveja aos europeus ocidentais: vastos bosques, montanhas intactas, pântanos inacessíveis, florestas primitivas, paisagens sem habitantes e que nunca foram cortadas por estradas, praias sem construções, planíceis e prados repletos de cegonhas e pássaros de todos os tipos. Muitas espécies extintas no resto do continente ali foram preservadas: lobos, alces, linces, bisontes. No Leste Europeu encontra-se também a maioria dos 50 mil ursos marrons ainda existentes na Europa.
Chances e riscos para o meio ambiente"O ingresso representa uma segunda chance para a natureza da Europa, e trata-se de aproveitá-la", segundo Claude Martin, diretor-geral do Fundo Mundial para a Natureza (WWF), citado pelo jornal Stadt-Anzeiger, de Colônia. Para o vice-presidente da ONG alemã de proteção à natureza NABU, Thomas Tennhardt, um dos grandes desafios da ampliação é justamente não dissipar essas riquezas: conservá-las, através de um aproveitamento não-predatório.
Porém, é grande o risco de que, em vez de um desenvolvimento sustentado, o processo de recuperação econômica venha a sobrecarregar o meio ambiente. Em outras palavras, o "progresso" poderá acabar com o idílio. "Se a UE apostar na agricultura de cultivo intenso, fomentar a construção de estradas e a ocupação desordenada de áreas hoje desertas, isso poderá significar o fim das riquezas naturais do Leste Europeu", adverte Thomas Tennhardt.
Os dois lados da medalha comunista
As grandes empresas agrícolas estatais, pelo contrário, usaram e abusaram de agrotóxicos e adubos, enquanto as indústrias poluíram em grande escala a atmosfera e as águas. Esses efeitos, contudo, diminuíram após 1990, com o colapso do sistema comunista. Muitas empresas reduziram drasticamente a produção, poluíram menos e passaram a usar as matérias-primas de forma mais eficiente.
Infra-estrutura e transportes: progresso ou preservaçãoNa República Tcheca, por exemplo, as emissões de anidrido sulforoso diminuíram 68% até 1997, segundo a OCDE (Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico). No entanto, o quadro positivo pode se reverter rapidamente se "imperar o ditame do desenvolvimento econômico", diz Claus Mayr, da NABU. É certo que, no Leste Europeu, as emissões são bem inferiores às dos 15 velhos membros da União Européia. Com a diminuição dos transportes ferroviários, contudo, um aumento de 62% da malha rodoviária e de 73% do número de veículos, a tendência não é favorável – observa o último relatório ambiental da UE (2003).
Legislação e produção de orgânicosSomente a ampliação do Danúbio afetaria 85 áreas de proteção ambiental para pássaros. Por isso, a ONG exige a suspensão de todos os projetos TEN que violem determinações de proteção ambiental. Positivo, segundo a NABU, é o fato de que os oito novos membros terão que implementar várias regras ambientais, quando antes não dispunham de legislação ambiental.
Os ingressantes se comprometeram a adaptar o direito nacional às diretrizes da União Européia até 1º de maio. Em sua última avaliação, a Comissão Européia constatou que havia um grande atraso nesse aspecto, exigindo mais urgência. Também pudera: o direito comunitário soma 80 mil páginas! Somente a parte referente à proteção ambiental abrange 100 diretrizes e regulamentos.
Decisivo também será se os pequenos agricultores saberão aproveitar seus nichos de mercado. Na Hungria, por exemplo, regiões como a Puszta, com suas lavouras e pastagens extensivas, são ideais para a produção de orgânicos. Outro grande potencial é o do turismo ecológico, que encontra um número cada vez maior de adeptos.
sábado, 28 de abril de 2012
Conservação da natureza brasileira
Entre os principais meios de conservação da natureza estão: Cuidados para evitar a erosão, do solo, o que implica a utilização de novas técnicas de plantio e a rotação de culturas, entre outras medidas; a preservação da água potável, e da àgua utilizada da irrigação; o controle da poluição industrial a conservação dos animais silvestres de modo a garantir a sobrevivência de espécies em perigo de extinção, por meio de medidas de combate à caça indiscriminada e o controle da expanção demográfica excessiva.
O agravamento dos problemas da poluição dos grandes centros urbanos, apartir da década de 60, impulsinou o movimento conservacionista do pais.
Algumas formas de poluição como os esgotos e o lixo urbano ou o derramamentos de petrólio nas práias, representam o perigo evidente e imediato. Entre tanto, outras formas de poluição que como as que envolvem substâncias potencialmente tóxicas encontradas nos residuos indústriais e nos pesticidas agrícolas.
A poluição do ar e a contaminação da atmosfera por vapores prejudiciais aerossois e partículas de poeira provocadas principalmente pelas atividades do homem e, em menor grau por processos naturais. Os poluentes naturais incluem particulas de pólem, àgua salgada e poeira transportadas pelo vento além de pequenos resíduos de erupcões vulcânicas. A maior parte da poluição causada pelo homem deve-se aos produtos de combustão - fumaça (da queima de madeira, carvão e petróleo em fornos indústriais dométicos e fumaça dos automóveis).
O desmatamento nas florestas brasileiras começou no instante da chegada dos portugueses ao nosso país, no ano de 1500. Interessados no lucro com a venda do pau-brasil na Europa, os portugueses iniciaram a exploração da Mata Atlântica. As caravelas portuguesas partiam do litoral brasileiro carregadas de toras de pau-brasil para serem vendidas no mercado europeu. Enquanto a madeira era utilizada para a confecção de móveis e instrumentos musicais, a seiva avermelhada do pau brasil era usada para tingir tecidos.
Desde então, o desmatamento em nosso país foi uma constante. Depois da Mata Atlântica foi a vez da Floresta Amazônica sofrer as conseqüências da derrubada ilegal de árvores. Em busca de madeiras de lei como o mogno, por exemplo, empresas madereiras instalaram-se na região amazônica para fazer a exploração ilegal.
O crescimento das cidades também tem provocado a diminuição das áreas verdes. O crescimento populacional e o desenvolvimento das indústrias demandam áreas amplas nas cidades e arredores. Áreas enormes de matas são derrubadas para a construção de condomínios residenciais e pólos industriais. Rodovias também seguem neste sentido. Cruzando os quatro cantos do país, estes projetos rodoviários provocam a derrubada de grandes faixas de florestas.
O desmatamento e a remoção ou destruição de grandes áreas florestais, ou seja, floresta tropical, ela só acontece por muitas razões, como explorar madeira ilegal, desastres naturais, urbanização, e mineração. E com isso há diversas maneiras de remoção florestal, ou seja, queimadas ou o corte de árvores. Mesmo o desmatamento acontecendo em todo o mundo, saiba que atualmente o desmatamento é uma questão critica nas florestas tropicais da Amazônia, pois ela é a única grande floresta do mundo que ainda esta de pé.
As espécies de animais e plantas e vêm desaparecendo em ritmo alarmante, só pra você ter uma idéia, especialistas mediu a destruição da floresta Amazônia em 756 quilômetros quadrado, os efeitos deste desmatamento são duradores e devastador. As espécies inteiras de insetos e animais estão desaparecendo devido à destruição de seus habitats. Estes desmatamentos podem causar grandes inundações, catástrofe, e os cientistas consideram que o desmatamento seja um desastre de efeitos significativos sobre as alterações climáticas ou aquecimento global. Saiba que o desmatamento é por causa da atividade humana com exploração da madeira, com cortes de árvores para o uso da madeira, caminhões e grandes equipamentos chegam à floresta a fim de cortar as árvores para a exportação. |
quarta-feira, 25 de abril de 2012
natureza cabo verde
Cabo Verde é um arquipélago que conta com várias ilhas no seu território.
São várias ilhas, nas quais encontramos diversas paragens protegidas, parques
nacionais que preservam, da massificação e da construção, áreas inacreditáveis,
que podem ser visitadas, conservando-as, para que as gerações vindouras possam
continuar a apreciá-las.
Começamos o nosso percurso pelos principais parques nacionais de Cabo Verde. Em Chã das Caldeiras, na Ilha do Fogo, uma meseta vulcânica, cujo cume ronda os 3000 metros de altitude, é uma paisagem vulcânica cuja beleza aumenta com a possibilidade de realizar descidas pela cratera do vulcão.
Por outro lado, devemos destacar o Parque Nacional de Monte Gordo, na Ilha de São Nicolau, também de origem vulcânica, no qual o Governo deposita a esperança de relançar a zona, baseando-se no turismo ecológico, situação muito semelhante à que encontramos no Parque Nacional de Monte Verde, na Ilha de São Vicente.
A nossa volta continua no Parque Nacional Morocos, em Santo Antão, onde se destaca a abundante flora, bem como a Ribeira do Norte, um Parque Nacional situado na mesma ilha que Morocos, onde cresce abundante vegetação.
O percurso termina na Ilha de Santiago, com a Serra da Malagueta
Começamos o nosso percurso pelos principais parques nacionais de Cabo Verde. Em Chã das Caldeiras, na Ilha do Fogo, uma meseta vulcânica, cujo cume ronda os 3000 metros de altitude, é uma paisagem vulcânica cuja beleza aumenta com a possibilidade de realizar descidas pela cratera do vulcão.
Por outro lado, devemos destacar o Parque Nacional de Monte Gordo, na Ilha de São Nicolau, também de origem vulcânica, no qual o Governo deposita a esperança de relançar a zona, baseando-se no turismo ecológico, situação muito semelhante à que encontramos no Parque Nacional de Monte Verde, na Ilha de São Vicente.
A nossa volta continua no Parque Nacional Morocos, em Santo Antão, onde se destaca a abundante flora, bem como a Ribeira do Norte, um Parque Nacional situado na mesma ilha que Morocos, onde cresce abundante vegetação.
O percurso termina na Ilha de Santiago, com a Serra da Malagueta
terça-feira, 24 de abril de 2012
natureza europeia
Europa selvagem em tamanho natural
15 abril 2010
De Morgen Bruxelas
Durante um ano, 69 fotógrafos percorreram a Europa para capturarem imagens da fauna e da flora. O objectivo do projecto Wild Wonders of Europe: dar a conhecer a biodiversidade do continente.
Peçam a um europeu que descreva a natureza na Escandinávia ou na Hungria e ele não saberá o que dizer. Os europeus sabem mais sobre a América ou a África do que sobre o seu próprio Continente”, lamenta Florian Möllers, fotógrafo alemão, especializado em fotografia da Natureza e director de comunicação do "Wild Wonders of Europe" (WWOE) (Maravilhas Selvagens da Europa). Ao jornal "De Morgen", explicou que o seu colega sueco Staffan Widstrand teve, em 2005, a ideia de um projecto para remediar esta situação. O projecto junta 69 fotógrafos, enviados a 48 países europeus. O objectivo: dar a conhecer a biodiversidade europeia ao grande público.
No quadro do Ano Internacional da Biodiversdade, o projecto prevê a publicação (em finais de Abril) de um livro que junta os trabalhos de todos eles (Wild Wonders of Europe, edições Lannoo) e uma exposição itinerante que começa em Bruxelas, no mês de Agosto. Muitos dos fotógrafos já colocaram os seus trabalhos "on-line".
“Não pusemos os fotógrafos a trabalhar no seu próprio país, pelo contrário, enviámo-los para locais que conheciam mal, para termos um novo olhar sobre a Natureza europeia”, explica Möllers. Segundo o fotógrafo alemão, a flora e a fauna europeias ainda são muito ricas: “Na Europa, a Natureza não desapareceu para dar lugar ao betão e às auto-estradas”, diz ele. “Populações de alguns animais, como os ursos, os lobos e as águias estão novamente a reproduzir-se. Actualmente, os programas de conservação iniciados há 20 ou 30 anos começam a dar frutos. Isto mostra que temos todo o interesse em ocupar-nos da nossa Natureza”.
Peçam a um europeu que descreva a natureza na Escandinávia ou na Hungria e ele não saberá o que dizer. Os europeus sabem mais sobre a América ou a África do que sobre o seu próprio Continente”, lamenta Florian Möllers, fotógrafo alemão, especializado em fotografia da Natureza e director de comunicação do "Wild Wonders of Europe" (WWOE) (Maravilhas Selvagens da Europa). Ao jornal "De Morgen", explicou que o seu colega sueco Staffan Widstrand teve, em 2005, a ideia de um projecto para remediar esta situação. O projecto junta 69 fotógrafos, enviados a 48 países europeus. O objectivo: dar a conhecer a biodiversidade europeia ao grande público.
No quadro do Ano Internacional da Biodiversdade, o projecto prevê a publicação (em finais de Abril) de um livro que junta os trabalhos de todos eles (Wild Wonders of Europe, edições Lannoo) e uma exposição itinerante que começa em Bruxelas, no mês de Agosto. Muitos dos fotógrafos já colocaram os seus trabalhos "on-line".
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